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sábado, 28 de março de 2009

Almodovar no Expresso e Visão


A partir de hoje no Expresso e a partir de dia 2 de Abril na Visão, sai uma colecção de 8 filmes do Pedro Almodovar.
Uma boa oportunidade para melhorar a minha colecçãozita de cinema caseiro!


sábado, 20 de dezembro de 2008

Air - Playground Love



Mais uma música linda com uns anitos! Em tempos arranjei uma versão feita pelos próprios Air para vibrafone, mas entretanto perdi-a...banda sonora de Virgens Suicidas, filme inesquecível de estreia como realizadora da Sofia Coppola, vi-o no já encerrado Nun'Álvares, numa das melhores noites que já tive.

sábado, 29 de novembro de 2008

Magnólia

Vai sendo raro encontrar bons filmes na televisão portuguesa, mas volta e meia lá temos uma boa surpresa. Hoje, à meia noite, a RTP2 transmite o filme de P.T. Anderson, Magnólia. Uma história rebuscada e fabulosa com uma excelente banda sonora da autoria de Aimee Mann.
Mais um filme que vi num dos ciclos de cinema que se faziam no Teatro do Campo Alegre. Quando esteve em exibição comercial passou-me um bocado ao lado, mas ainda bem que o apanhei uns tempos mais tarde!

sábado, 1 de novembro de 2008

Ciclo de Cinema no Passos Manuel

De 4 a 7 de Novembro o Passos Manuel associa-se ao Seminário Internacional de Arquitectura Berlim: Reconstrução Crítica.

4 NOV 08 21h30


BERLIM, SINFONIA DE UMA GRANDE CIDADE


Walter Ruttmann, 1927


Analisado por Nuno Portas





5 NOV 08 21h30


GERMANIA, ANNO ZERO


Roberto Rosselini, 1947


Analisado por Abílio Hernandez Cardoso





6 NOV 08 21h30


ASAS DO DESEJO


Wim Wenders, 1987


Analisado por Pedro Barreto





7 NOV 08 21h30


BERLIN BABYLON


Hubertus Siegert, 2001


Analisado por Hubertus Siegert

O programa completo pode ser consultado aqui.


terça-feira, 28 de outubro de 2008

Cinema na Casa da Animação

Hoje comemora-se o Dia Mundial da Animação e a Casa da Animação inicia um ciclo de cinema que decorre até o próximo domingo com um vasto programa que pode ser consultado aqui. Destaco a projecção no próximo sábado dos filmes premiados no Cartoon d'or de 2008.

Entrada livre

domingo, 26 de outubro de 2008

Le Fils de l'épicier



Hoje o dia começou novamente cedinho cedinho, ávido de sair de casa para comprar o jornal desportivo com o Northfork...tarefa cumprida com sucesso! E mais uma bela manhã para aproveitar numa esplanada...aproveitar enquanto dura...
Tendo em conta que era o último dia da Festa do Cinema Francês, tencionava eventualmente ver o novo filme do Kusturica ( que há dias julgava já ter passado cá no Porto!:) )...mas já depois de concluir que afinal ainda iria ser exibido, enganei-me na data e passou ontem. Assim, o dilema facilmente se desfez e por exclusão de partes vi Le Fils de l'épicier, um notável filme, uma história simples com um profundo humanismo das pequeníssimas coisas simples que fazem a diferença. Fica a vontade de pegar no carro e calcorrear montes e vales.

sábado, 25 de outubro de 2008

Estrellas - Julio Arrieta

Este filme no fundo retrata de forma mais ou menos burlesca os fundamentos da acção de Julio Arrieta na sua função de dinamizador cultural no bairro de barracas onde vive, a vila 21. Incluir os habitantes deste espaço nas suas criações artísticas é um objectivo a cumprir de forma a que todos tenham acesso à cultura mas também criar postos de trabalho, tornar aquele bairro num espaço de industria criativa à qual dificilmente teriam acesso.


A ver: Arte Villa Producción

P.S.: e o gosto pelos fins da tarde de sábado na baixa renova-se...sempre algo de "novo" a despertar curiosidade...desta vez as esculturas da fachada ao lado da Leitaria Quinta do Paço.

Acordar



Coisa rara em mim mas que me soube muito bem: Levantar relativamente cedo a um sábado, comprar o jornaleco e ir até a uma esplanada junto ao mar aproveitar este sol outonal. Aproveita-se muito mais o dia e o fim de semana pareceeeee maior! Por sorte, vi uma publicidade ao jornal Record, em que pelos vistos aos domingos vem como "semi" oferta um dvd. Poderia pensar-se que seria relativo aos melhores momentos do futebol nacional ou internacional, mas não!!! Amanhã sai juntamente com o Record o filme vencedor do Fantasporto 2004, Northfork de Michael Polish. Na altura vi o trailler desse filme e fiquei com vontade de vê-lo na íntegra, mas verdade seja dita que não fiz muito esforço por isso. Resumindo...amanhã não me escapa.

"Dentro de dois dias, a cidade de Northfork deixará de existir. Estamos em 1955 e Northfork está prestes a ficar submersa, para dar lugar a uma central hidroeléctrica. Grande parte da população aceitou ser deslocada para um local seguro acima do nível das águas, à excepção de alguns resistentes que defendem estoicamente as suas casas. Uma equipa de seis homens é então destacada para remover os últimos habitantes, antes que seja tarde demais. Uns esperam um sinal... outros, um milagre... mas, de uma forma ou de outra, todos terão de dizer adeus.
Misturando surrealismo e história, «Northfork» é uma história sobre a perda e a esperança, sobre os locais, a vida, a fé, a morte, o para lá da morte e o poder dos sonhos. Trata-se de um filme dos irmãos Polish (Mark e Michael), e o último sobre a América profunda".


E agora, segue-se o Trama no Passos Manuel...eventualmente pretextos também para não pensar no trabalho em atraso que deveria estar a pôr em dia neste momento:)

Theatro Circo

Ainda há umas horas falei aqui do Theatro Circo, e nem de propósito!:

"Já há um retrato do público do Theatro Circo: são as mulheres, os jovens e os bracarenses quem mais frequenta a sala de espectáculos. Os dados fazem parte de um estudo realizado, no ano passado, pela Universidade do Minho (UM). A dois dias de cumprir os primeiros dois anos desde a reabertura, o teatro já recebeu cerca de 150 mil pessoas nos seus dois palcos.
O estudo da UM, encomendado pelo Theatro Circo (TC), e que será apresentado em breve ao conselho de administração, revela que o seu público é maioritariamente feminino: 57 por cento dos espectadores. Há também um predomínio dos espectadores jovens - 42 por cento dos que o visitaram têm entre 21 e 30 anos e apenas 10 por cento tem mais de 40.
A esmagadora maioria dos que assistem aos espectáculos na sala bracarense são "vizinhos". O estudo da UM mostra que 67 por cento dos espectadores vivem em Braga. O Porto aparece em segundo lugar (7,2 por cento), seguindo-se Guimarães (2,9).
Paulo Brandão, o programador do TC, não está surpreendido com os números. "A maior presença de mulheres é notória. Penso que têm outro tipo de apetências", explica. Brandão sabe também por que é que o público do TC é maioritariamente jovem: "Braga é uma das cidades mais jovens do país e, apesar de haver uma ideia feita de que a universidade está distanciada da cidade, penso que não é verdade." Os números dão-lhe razão: 22 por cento dos espectadores são estudantes, revela o estudo.
No primeiro ano de funcionamento, o Theatro recebeu, além dos 750 mil euros anuais destinados pela Câmara de Braga, um apoio do Programa Operacional de Cultura. Esse facto, permitiu "trabalhar de uma forma muito diferente", recorda Paulo Brandão. Mas, com o fim do apoio do Estado, dois anos depois da reabertura, debate-se com problemas orçamentais, que levaram a um emagrecimento da estrutura. "A administração achou que havia lugar para alguma contenção de custos e tiveram que sair algumas pessoas. Gostaria que fosse de forma diferente", lamenta Paulo Brandão.
A programação também se ressentiu. Os grandes nomes internacionais, que marcaram os primeiros tempos do "novo" Circo, praticamente desapareceram da programação nos últimos meses e o festival do burlesco Burla, um evento único na Europa, que foi uma forte aposta em 2007, regressa no próximo mês, mas em versão reduzida: são apenas dois espectáculos, metade dos que foram programados no ano passado.
"Gostaria de ter um orçamento melhor que nos permitisse outra liberdade a nível de programação e de gestão de pessoal", salienta o director artístico. Mas Paulo Brandão diz que trabalha com aquilo que lhe é permitido e, nesse sentido, está "satisfeito com a programação" do Circo."

in Público

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Trama 2008

Ora tencionava neste próximo fim de semana fazer jornada dupla para revisitar o filme A melhor Juventude, no Campo Alegre, maaaas entretanto surgiu a 3ª edição do Festival Trama que decorrerá por vários espaços da cidade, como os Maus Hábitos, Passos Manuel, Mosteiro de São Bento da Vitória, etc. Já me decidi! Entre algumas boas opções, uma parece-me merecedora de abdicar da dita jornada dupla no Campo Alegre: Estrelas! Filme de Frederico Léon e Marcos Martinez, no sábado, em mais uma visita nesta semana ao Passos Manuel. A sinopse despertou-me curiosidade (tal como o coro finlandês há dois anos):

"Um grupo de pessoas que vivem em condições marginais descobre uma forma artística e económica de sobreviver, ao representar-se e ao usar as suas casas como cenários. Actores profissionais e ocasionais, realizadores de cinema e poetas da vila, produtores estrangeiros e donas de casa que se tornaram actrizes principais encontram-se e envolvem-se no mesmo projecto artístico. Encontros e desencontros de dois mundos aparentemente opostos. Uma vila miserável adaptada e transformada num enorme plateau de cinema..."


quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Buena Vista Social Club


A vinda a Portugal de Omara Portuondo fez-me voltar a ouvir os músicos de Buena Vista Social Club, bem como, relembrar alguns momentos vividos.
Buena Vista Social Club era um clube de música e dança em Havana nos anos 40 e ponto de encontro de músicos como Rubén González e Compay Segundo. Passados mais de 50 anos, o músico e produtor americano Ry Cooder vai ao encalce desses músicos, alguns deles já afastados de qualquer actividade musical e outros ainda a tocar pela ilha de Cuba. Após a gravação do disco com o nome do clube, Win Wenders, a partir da filmagem que realizou de dois concertos destes músicos, em Amesterdão e no Carnegie Hall em Nova Iorque, realizou este fantástico documentário, que ultrapassa em muito o dar a conhecer estes fabulosos interpretes, mostra sim a alma do povo cubano.
Vi este filme integrado no Cinema Fora do Sítio, naquela noite numa praia da Foz...uma muito gélida noite de Verão. Em 2001 assisti a um dos concertos da minha vida: Compay Segundo, aos 93 anos, no Coliseu do Porto...duas noites inesquecíveis.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Gabbeh




Durante bastante tempo tive uma "branca" pouco comum quando se guarda na memória um bom filme. Mas foi o que me aconteceu com Gabbeh (tapete persa) do realizador iraniano Mohsen Makhmalbaf . Vi-o há uma meia dúzia de anos em reposição num ciclo de cinema no Campo Alegre.
O filme retrata uma história de amor de cavaleiro por uma jovem nómada. Com a oposição familiar da jovem, ele segue-a ao longo de montes e vales, paisagens estas retratadas com inegualável beleza pelo realizador, tendo como pano de fundo os belíssimos Gabbeh.

domingo, 12 de outubro de 2008

Cinemateca no Porto

"Cinema independente ganha espaço de exibição no renovado Cine-Teatro Constantino Nery, em Matosinhos. Programação será coordenada por um dos organizadores do Indie Lisboa.

O ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, reafirmou a intenção de abrir um espaço de exibição e exposição de cinema na cidade do Porto, adiantando que as obras necessárias à concretização deste projecto deverão avançar durante o ano de 2009. "Há projecto, há dinheiro alocado, agora é fazer as obras", disse o governante, na semana passada, à margem da cerimónia que assinalou o 50º aniversário da Cinemateca Portuguesa.
De acordo com fonte do gabinete de imprensa do ministério, a declaração de José António Pinto Ribeiro limitou-se a confirmar aquilo que já havia dito em Julho último, no Museu de Serralves, quando anunciou a criação de uma cinemateca no Porto. De resto, a mesma fonte garantiu que não está ainda decidido onde ficará instalado o equipamento, que não se limitará a ser um mero pólo da Cinemateca Portuguesa, devendo dispor de uma direcção própria. Ao que o PÚBLICO apurou, porém, a Casa das Artes, projectada por Eduardo Souto Moura e encerrada há vários anos, continua a ser a hipótese mais forte para a instalação do pólo nortenho da Cinemateca, tendo a cabine de projecção sido recentemente objecto de uma pequena intervenção para esse fim.
A criação de uma cinemateca no Porto tem vindo a ser reivindicada por várias personalidades da cidade, tendo um abaixo-assinado posto a circular para o efeito recolhido mais de quatro mil assinaturas. Em Serralves, aliás, o ministro chegou a prometer a criação da Cinemateca até ao final da actual legislatura, mas nem o gabinete de imprensa do Ministério da Cultura nem o número dois da Cinemateca, Pedro Mexia, confirmam agora essa possibilidade.
Enquanto o anunciado equipamento não se concretiza, o Grande Porto vai passar a dispor, já em Novembro, de um novo espaço de exibição de cinema independente: o renovado Cine-Teatro Constantino Nery, em Matosinhos, estreará um filme por semana e, segundo a directora, Luísa Pinto, terá a programação de cinema coordenada por Nuno Sena, um dos organizadores do festival IndieLisboa.
"Sou muito realista e sei que é um risco grande, que há pouco público. Mas vamos apostar em fidelizar e educar o público para um tipo de cinema não comercial e acredito que seja possível fazer renascer o ambiente extraordinário que me recordo de ver nos tempos áureos do Cineclube do Porto", disse Luísa Pinto ao PÚBLICO. "Se, ao fim de um ano, tiver 80 pessoas na sala, dou-me por feliz", acrescentou esta responsável.
"Essas coisas são muito voláteis", concorda António Costa, responsável pelos cinemas Medeia no Shopping Cidade do Porto e no Teatro do Campo Alegre, segundo o qual o último filme de Eric Rohmer, Os Amores de Astrea e de Celadon, precisou de cinco semanas para atingir os mil espectadores. As contas são fáceis de fazer: com quatro sessões diárias, o filme terá registado uma média de... sete espectadores por sessão.

Pouca divulgação

Trata-se, obviamente, de um exemplo extremo e que António Costa justifica com a pouca divulgação nos órgãos de comunicação social. "Público há, mas é preciso chegar a ele", diz, acrescentando que a solução tem passado pela tentativa de divulgação através de newsletters via correio electrónico ou de protocolos celebrados com universidades. "Mas a ideia que tenho, das sessões a que vou, por exemplo em Serralves, é que aparecem sempre as mesmas pessoas. O abaixo-assinado teve 4600 assinaturas, mas isso não quer dizer que essas pessoas vão sempre ao cinema", diz António Costa.
As sessões de cinema alternativo em Serralves são, ainda assim, um caso que suscita algum optimismo. O recente ciclo dedicado aos filmes de Manoel de Oliveira registou uma média de cerca de 90 espectadores por sessão: Aniki Bobó foi visto, num domingo de manhã, por 231 pessoas, embora um clássico como O Homem da Câmara de Filmar se tenha ficado pelos 25 espectadores.

Os números de Lisboa

É bom? É mau? É, pelo menos, difícil dizer se o interesse suscitado pelos filmes em Serralves corresponde a um interesse real do público por este género de cinema mais alternativo. Mas, comparando com os números que João Bénard da Costa divulgou recentemente sobre a Cinemateca Portuguesa, o panorama não parece ser totalmente desanimador: segundo um artigo de opinião que o director da Cinemateca publicou em Junho último, aquele equipamento tem, em média, cerca de 60 mil espectadores por ano; se fizermos as contas a cinco sessões diárias, chega-se a uma média de pouco mais de 30 espectadores por sessão.
Há outra boa notícia para os amantes do cinema alternativo do Grande Porto. Os cinemas do Shopping Cidade do Porto vão, para já, continuar abertos. Segundo António Costa, o espectro do seu encerramento, dado como certo há um ano, está agora afastado, assegurando-se a programação num dos poucos espaços da cidade onde ainda é possível ver filmes de autor, cinema europeu e alternativo.
O Cine-Teatro Constantino Nery é inaugurado no próximo dia 15 de Novembro e já tem programação de cinema até Dezembro de 2009. Do conjunto de ciclos previstos conta-se, em Maio, uma extensão do festival IndieLisboa, mas também programas temáticos ligados à quadra festiva (Natal, Carnaval, etc.) e a outros eventos culturais de Matosinhos, como os encontros Literatura em Viagem. Haverá ainda, entre outros, ciclos dedicados às cidades, às migrações e à música. Até Dezembro, o renovado espaço contará apenas com projecção digital, mas, a partir de Janeiro, passará também a dispor de equipamento para projecção de película."

in Público

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Cinema italiano



Ainda há dias fiz uma breve referência ao filme " A melhor juventude" o qual considero um dos grandes filmes que já vi. E nem de propósito: de 9 a 29 de Outubro, no Teatro do Campo Alegre (mais uma vez o Teatro Campo Alegre), presenteia-nos com um ciclo de cinema italiano do neo-realismo à actualidade: de Visconti e Fellini a Nani Moretti e Bertolucci, entre outros. Cá fica o link para a programação completa! Certamente não resistirei a rever " A melhor juventude", a apresentar em duas partes.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

De volta ao cinema

Durante muito tempo andei bastante afastado dos meus filmezitos, tendo nestes últimos meses feito um "regresso ás origens" que começou com " O meu irmão é filho único", filme este que fica uns furos abaixo de " A melhor juventude", do mesmo realizador. Seguiu-se o muito aclamado pela crítica "Segredo de um cuscuz", um filme que claramente é a minha cara, histórias simples/burlescas de vidas normais, com a miscelânea das culturas do Mediterrâneo a virem ao de cima como convém.
Neste contexto do tal "regresso ás origens" veio mesmo a calhar o ciclo de cinema da Medeia Filmes no Teatro do Campo Alegre. Aproveitei para ver dois dos filmes em maior destaque nos Óscares deste ano: "Haverá Sangue" e " Este país não é para velhos". Dois filmes com bons argumentos acima de tudo, apesar de não me cansar de afimar que realmente, cinema americano, salvo poucas excepções não é todo o que mais me motiva para ir a uma sala de cinema. No meio destes filmes """óscarianos""" fica a verdadeira cereja em cima do bolo: "Caramel". Belo filme, mais uma vez de pessoas normais que tentam viver da melhor forma possível no meio da instabilidade do seu país, o Líbano, mostrando com um humor acutilante o melhor das suas tradições muçulmanas e católicas.
Após esta saga de bom cinema, apetece continuar o mesmo ritmo e de preferência sempre na sala do Campo Alegre onde ao longo dos anos tenho visto muito bom cinema. É uma tristeza mas já não restam mais salas na cidade, a não ser em centros comerciais todos uns iguais aos outros.