domingo, 23 de novembro de 2008
The Smashing Pumpkins - Disarm
E lá vai mais um fim de semana perfeitamente inútil sem nada para escrever, cá continua a onda revivalista...
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
domingo, 16 de novembro de 2008
Um Mundo Catita
Hoje chega à RTP2, pelas 23h50, o alucinado mundo de Manuel João Vieira. Série da sua autoria e realizada pelo pianista jazz e realizador de cinema Filipe Melo...promete...a ver vamos!
"UM MUNDO CATITA é uma série de seis episódios inspirada no mundo e nas personagens inventadas por Manuel João Vieira, mas também nos grandes sucessos dos últimos anos da HBO americana.
Não é exagero dizer-se que nunca se fez nada assim em Portugal: ao contrário do que é habitual com os programas de humoristas, esta série não apresenta gags ou quadros sucessivos, mas, ao longo dos seus seis episódios, UM MUNDO CATITA conta uma história. A história de um cantor boémio e falido (protagonizado por Manuel João Vieira) que se apaixona pela sua bela dentista, que por sua vez está noiva de um jovem executivo bem sucedido. São as venturas e desventuras deste intrépido apaixonado que seguiremos ao longo dos episódios de UM MUNDO CATITA. Com um excelente nível de produção e bastante… picante, UM MUNDO CATITA explora um tipo de humor que se oferece a dois níveis de leitura – o burlesco e o non-sense."
A partir do personagem criado por Manuel João Vieira para o grupo Irmãos Catita, mas também inspirada nas lições colhidas de séries como "Seinfeld", “Oz”, “Os Sopranos”, “Sete Palmos”, “Deadwood” e “Curb Your Enthusiasm”, entre muitas outras, UM MUNDO CATITA é um caso inédito da ficção em Portugal."
in RTP
Não é exagero dizer-se que nunca se fez nada assim em Portugal: ao contrário do que é habitual com os programas de humoristas, esta série não apresenta gags ou quadros sucessivos, mas, ao longo dos seus seis episódios, UM MUNDO CATITA conta uma história. A história de um cantor boémio e falido (protagonizado por Manuel João Vieira) que se apaixona pela sua bela dentista, que por sua vez está noiva de um jovem executivo bem sucedido. São as venturas e desventuras deste intrépido apaixonado que seguiremos ao longo dos episódios de UM MUNDO CATITA. Com um excelente nível de produção e bastante… picante, UM MUNDO CATITA explora um tipo de humor que se oferece a dois níveis de leitura – o burlesco e o non-sense."
A partir do personagem criado por Manuel João Vieira para o grupo Irmãos Catita, mas também inspirada nas lições colhidas de séries como "Seinfeld", “Oz”, “Os Sopranos”, “Sete Palmos”, “Deadwood” e “Curb Your Enthusiasm”, entre muitas outras, UM MUNDO CATITA é um caso inédito da ficção em Portugal."
in RTP
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Morcheeba - Trigger Hippie
E já passaram uns anitos...bons velhos tempos do trip-hop de Morcheeba com a insubstituível Skye Edwards.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
domingo, 9 de novembro de 2008
sábado, 8 de novembro de 2008
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Nouvelle Vague - Blue Monday
Em solidariedade para quem não conseguiu bilhete para o concerto no Teatro Sá da Bandeira no próximo sábado, fica esta performance ao vivo.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
domingo, 2 de novembro de 2008
Cat Power - Remember Me
Ora eu que já tinha visto Cat Power, que conheço bemzinho os seus discos, nunca tinha visto este vídeo lindo...do melhor que me chegou nos últimos tempos.
Rua José Falcão
A segunda vida da rua que se tornou num novo centro cosmopolita do Porto
O Café Lusitano chegou primeiro e, atrás dele, vieram outros empreendedores que descobriram o potencial de uma artéria que era quase só visitada pelos clientes das livrarias.
Muita coisa mudou na Rua de José Falcão, nos últimos anos. Por exemplo, Rogério, o acordeonista cego que animava a artéria quase diariamente, faleceu no ano passado. Quisemos saber mais: na estação de camionagem, a poucos passos de onde ganhava a vida, disseram-nos que andava na casa dos 60 anos e que tocava naquela rua há mais de 30, mesmo morando longe, perto de Vila do Conde. Depois, a conversa com o funcionário foi azedando: "Está aqui no nosso horário de trabalho, sem se identificar, a tirar dados...".
Interpelamos uma das poucas moradoras da rua, que apenas confirmou que a família afixou um cartaz na esquina onde tocava, a confirmar o falecimento, a 1 de Maio de 2007. Mas também não foi possível saber o nome desta fonte: "Isso não interessa nada".
Com esta introdução, pode parecer que a Rua de José Falcão é um segredo de Estado, mas a verdade é que ela está cada vez mais popular. O marco fundamental foi a abertura do Café Lusitano (a 4 de Fevereiro de 2005), que se tornou rapidamente num dos locais predilectos para o início da noite portuense, atraindo um público cosmopolita, dos 25 aos 55 anos. Hoje, em plena explosão do regresso da noite à Baixa, o Lusitano já tem a companhia do Armazém do Chá. Esta agitação convive lado a lado com uma indústria mais tradicional, a livreira. Nos pouco mais de 200 metros desta rua, há razões para acreditar que algo de bom está a acontecer no Porto.
Pode parecer um conto de fadas, mas atrás de cada porta descobrimos algo de criativo. Por exemplo, no número 199: o edifício de aspecto neo-árabe, revestido a azulejos e que muitos na cidade já davam por perdido, é há cerca de oito meses a sede de uma empresa de têxteis, a Fortiustex, que trabalha para a gama alta de mercado. "Precisávamos de um edifício que espelhasse dinâmica, criatividade, inovação", explica o dinamarquês Lars Eckardt, director-geral da empresa. No interior, tentou-se preservar ao máximo os materiais originais deste antigo armazém-mostruário da Fábrica de Cerâmica das Devesas, datado de cerca de 1890. O espaço não está aberto ao público, mas vale a pena observar a fachada, pensada para exibir a superioridade técnica da fábrica. E este não é caso único: do lado oposto da rua, a antiga sede da Associação de Futebol do Porto deu lugar à imobiliária Paçogeste, que recuperou o imóvel e que cede algumas salas a exposições da galeria Parábola, que se concentra nos novos valores. No piso térreo, está a loja do estilista setubalense Luís Buchinho. Nas traseiras, funciona o seu atelier, há cerca de um ano. Quase em frente, um grupo francês investe na reabilitação das antigas instalações da Associação Cristã da Mocidade, onde se vai instalar a Atelier des Créateurs, uma alfaiataria dedicada à gama média-alta e que vai alimentar lojas em Paris, contou ao PÚBLICO o administrador delegado, Ricardo Conceição.
A noite começa aqui
Poder-se-ia dizer que a Rua de José Falcão brilha mais à noite, se não fossem as queixas dos comerciantes sobre a falta de iluminação (e de limpeza). Os problemas começaram depois das obras na vizinha Rua de Ceuta, já concluídas: "A luz é a dos reclames do Banco Espírito Santo, do Lusitano e a nossa", queixa-se Sérgio Ribeiro, um dos proprietários do Armazém do Chá (juntamente com Rui Miguel Silva, conhecido por DJ Tilinhos). Inaugurado em Abril, é mais um farol do novo circuito de bares portuense: do primeiro andar, pode-se espreitar a rua e beber um copo de vinho ou um chá, acompanhado de umas bolachinhas.
Entre o Lusitano e o Armazém do Chá, encontram-se algumas semelhanças, a começar pelo passado dos respectivos espaços: o primeiro era uma venda de moagens (da qual se conserva parte do que é agora o balcão); no segundo, empacotava-se chá. No presente, aos fins-de-semana, ambos têm gente à porta e dão azo a um pé de dança. Porém, os dois espaços diferem no público nocturno alvo, mais velho no Lusitano, que tem a marca gay friendly. O bar de João Madureira, decorador de interiores, e de Mário Carvalho, proprietário da discoteca Indústria, também tem uma decoração mais clássica e acolhedora, mesclando objectos de influência oriental com outros dos séculos XVII ou XVIII. O Armazém do Chá aposta mais nos eventos (jam sessions e concertos ao vivo), enquanto o Lusitano opta por um registo musical relativamente conservador.
Durante o dia, vale a pena passar os olhos pelas estantes das livrarias Leitura, de âmbito generalista, e Britânica. Esta última até pondera abrir fora de horas, para aproveitar o movimento nocturno, e já tem um pequeno recanto em jeito de galeria de arte. Em Dezembro, à entrada do Centro Comercial Lumière, abriu a Era Uma Vez..., dedicada à literatura infanto-
-juvenil. E, voltando à noite, há ainda a referir que deve surgir na rua um novo bar, nos próximos meses. "Acho que já nem há mais espaços para alugar", conta Sérgio Ribeiro. Ao que parece, há mesmo algo a acontecer por aqui.
Artigo de João Pedro Barros, in Público
O Café Lusitano chegou primeiro e, atrás dele, vieram outros empreendedores que descobriram o potencial de uma artéria que era quase só visitada pelos clientes das livrarias.
Muita coisa mudou na Rua de José Falcão, nos últimos anos. Por exemplo, Rogério, o acordeonista cego que animava a artéria quase diariamente, faleceu no ano passado. Quisemos saber mais: na estação de camionagem, a poucos passos de onde ganhava a vida, disseram-nos que andava na casa dos 60 anos e que tocava naquela rua há mais de 30, mesmo morando longe, perto de Vila do Conde. Depois, a conversa com o funcionário foi azedando: "Está aqui no nosso horário de trabalho, sem se identificar, a tirar dados...".
Interpelamos uma das poucas moradoras da rua, que apenas confirmou que a família afixou um cartaz na esquina onde tocava, a confirmar o falecimento, a 1 de Maio de 2007. Mas também não foi possível saber o nome desta fonte: "Isso não interessa nada".
Com esta introdução, pode parecer que a Rua de José Falcão é um segredo de Estado, mas a verdade é que ela está cada vez mais popular. O marco fundamental foi a abertura do Café Lusitano (a 4 de Fevereiro de 2005), que se tornou rapidamente num dos locais predilectos para o início da noite portuense, atraindo um público cosmopolita, dos 25 aos 55 anos. Hoje, em plena explosão do regresso da noite à Baixa, o Lusitano já tem a companhia do Armazém do Chá. Esta agitação convive lado a lado com uma indústria mais tradicional, a livreira. Nos pouco mais de 200 metros desta rua, há razões para acreditar que algo de bom está a acontecer no Porto.
Pode parecer um conto de fadas, mas atrás de cada porta descobrimos algo de criativo. Por exemplo, no número 199: o edifício de aspecto neo-árabe, revestido a azulejos e que muitos na cidade já davam por perdido, é há cerca de oito meses a sede de uma empresa de têxteis, a Fortiustex, que trabalha para a gama alta de mercado. "Precisávamos de um edifício que espelhasse dinâmica, criatividade, inovação", explica o dinamarquês Lars Eckardt, director-geral da empresa. No interior, tentou-se preservar ao máximo os materiais originais deste antigo armazém-mostruário da Fábrica de Cerâmica das Devesas, datado de cerca de 1890. O espaço não está aberto ao público, mas vale a pena observar a fachada, pensada para exibir a superioridade técnica da fábrica. E este não é caso único: do lado oposto da rua, a antiga sede da Associação de Futebol do Porto deu lugar à imobiliária Paçogeste, que recuperou o imóvel e que cede algumas salas a exposições da galeria Parábola, que se concentra nos novos valores. No piso térreo, está a loja do estilista setubalense Luís Buchinho. Nas traseiras, funciona o seu atelier, há cerca de um ano. Quase em frente, um grupo francês investe na reabilitação das antigas instalações da Associação Cristã da Mocidade, onde se vai instalar a Atelier des Créateurs, uma alfaiataria dedicada à gama média-alta e que vai alimentar lojas em Paris, contou ao PÚBLICO o administrador delegado, Ricardo Conceição.
A noite começa aqui
Poder-se-ia dizer que a Rua de José Falcão brilha mais à noite, se não fossem as queixas dos comerciantes sobre a falta de iluminação (e de limpeza). Os problemas começaram depois das obras na vizinha Rua de Ceuta, já concluídas: "A luz é a dos reclames do Banco Espírito Santo, do Lusitano e a nossa", queixa-se Sérgio Ribeiro, um dos proprietários do Armazém do Chá (juntamente com Rui Miguel Silva, conhecido por DJ Tilinhos). Inaugurado em Abril, é mais um farol do novo circuito de bares portuense: do primeiro andar, pode-se espreitar a rua e beber um copo de vinho ou um chá, acompanhado de umas bolachinhas.
Entre o Lusitano e o Armazém do Chá, encontram-se algumas semelhanças, a começar pelo passado dos respectivos espaços: o primeiro era uma venda de moagens (da qual se conserva parte do que é agora o balcão); no segundo, empacotava-se chá. No presente, aos fins-de-semana, ambos têm gente à porta e dão azo a um pé de dança. Porém, os dois espaços diferem no público nocturno alvo, mais velho no Lusitano, que tem a marca gay friendly. O bar de João Madureira, decorador de interiores, e de Mário Carvalho, proprietário da discoteca Indústria, também tem uma decoração mais clássica e acolhedora, mesclando objectos de influência oriental com outros dos séculos XVII ou XVIII. O Armazém do Chá aposta mais nos eventos (jam sessions e concertos ao vivo), enquanto o Lusitano opta por um registo musical relativamente conservador.
Durante o dia, vale a pena passar os olhos pelas estantes das livrarias Leitura, de âmbito generalista, e Britânica. Esta última até pondera abrir fora de horas, para aproveitar o movimento nocturno, e já tem um pequeno recanto em jeito de galeria de arte. Em Dezembro, à entrada do Centro Comercial Lumière, abriu a Era Uma Vez..., dedicada à literatura infanto-
-juvenil. E, voltando à noite, há ainda a referir que deve surgir na rua um novo bar, nos próximos meses. "Acho que já nem há mais espaços para alugar", conta Sérgio Ribeiro. Ao que parece, há mesmo algo a acontecer por aqui.
Artigo de João Pedro Barros, in Público
sábado, 1 de novembro de 2008
Ciclo de Cinema no Passos Manuel
De 4 a 7 de Novembro o Passos Manuel associa-se ao Seminário Internacional de Arquitectura Berlim: Reconstrução Crítica.
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quinta-feira, 30 de outubro de 2008
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Sicília

Após uma pequena viagem de autocarro com um motorista que remetia imediatamente para alguns filmes mediterrânicos, chegamos ao fim da manhã a Ragusa. Com o amigo siciliano que nos esperava lá fizemos o périplo pela cidade. Vista ao longe, tal como outras vilas e pequenas cidades da Sicília parecia um amontoado de casas em tudo quanto era espaço, com becos e escadarias onde não lembraria ao diabo dado que qualquer vendaval supostamente as deitava por terra. Mas de facto quando nos embrenhamos pelos meandros do casco histórico percebe-se a beleza desses espaços. E se não fosse desta forma, não seria a Sicília.
Já passaram uns anitos largos mas a ideia peregrina de ir até lá de carro continua..."enquanto houver ventos e mares".
terça-feira, 28 de outubro de 2008
A cantora, o compositor, o estilista e o convidado dela
Em 2003 o CCB em co-produção com o Rivoli, prepararam este pequeno ciclo de concertos com Mafalda Veiga, Maria João e Mísia. A proposta seria que cada cantora selecciona-se um compositor a interpretar, um estilista e um convidado para estar em palco ou não. Mafalda Veiga escolheu como compositor Jorge Palma, estilista Maria Gambina e como convidado o realizador João Carrilho. Este realizador filmou Jorge Palma ao piano em sua casa, imagens essas que seriam projectadas em concerto para acompanhar Mafalda Veiga em alguns temas.
Apesar de Mafalda Veiga não fazer parte das minhas preferências musicais, Jorge Palma faz e o resultado está neste singular vídeo.
Cinema na Casa da Animação
Hoje comemora-se o Dia Mundial da Animação e a Casa da Animação inicia um ciclo de cinema que decorre até o próximo domingo com um vasto programa que pode ser consultado aqui. Destaco a projecção no próximo sábado dos filmes premiados no Cartoon d'or de 2008.
Entrada livre
Entrada livre
domingo, 26 de outubro de 2008
Le Fils de l'épicier

Hoje o dia começou novamente cedinho cedinho, ávido de sair de casa para comprar o jornal desportivo com o Northfork...tarefa cumprida com sucesso! E mais uma bela manhã para aproveitar numa esplanada...aproveitar enquanto dura...
Tendo em conta que era o último dia da Festa do Cinema Francês, tencionava eventualmente ver o novo filme do Kusturica ( que há dias julgava já ter passado cá no Porto!:) )...mas já depois de concluir que afinal ainda iria ser exibido, enganei-me na data e passou ontem. Assim, o dilema facilmente se desfez e por exclusão de partes vi Le Fils de l'épicier, um notável filme, uma história simples com um profundo humanismo das pequeníssimas coisas simples que fazem a diferença. Fica a vontade de pegar no carro e calcorrear montes e vales.
sábado, 25 de outubro de 2008
Estrellas - Julio Arrieta
Este filme no fundo retrata de forma mais ou menos burlesca os fundamentos da acção de Julio Arrieta na sua função de dinamizador cultural no bairro de barracas onde vive, a vila 21. Incluir os habitantes deste espaço nas suas criações artísticas é um objectivo a cumprir de forma a que todos tenham acesso à cultura mas também criar postos de trabalho, tornar aquele bairro num espaço de industria criativa à qual dificilmente teriam acesso.
A ver: Arte Villa Producción
P.S.: e o gosto pelos fins da tarde de sábado na baixa renova-se...sempre algo de "novo" a despertar curiosidade...desta vez as esculturas da fachada ao lado da Leitaria Quinta do Paço.
A ver: Arte Villa Producción
P.S.: e o gosto pelos fins da tarde de sábado na baixa renova-se...sempre algo de "novo" a despertar curiosidade...desta vez as esculturas da fachada ao lado da Leitaria Quinta do Paço.
Acordar

Coisa rara em mim mas que me soube muito bem: Levantar relativamente cedo a um sábado, comprar o jornaleco e ir até a uma esplanada junto ao mar aproveitar este sol outonal. Aproveita-se muito mais o dia e o fim de semana pareceeeee maior! Por sorte, vi uma publicidade ao jornal Record, em que pelos vistos aos domingos vem como "semi" oferta um dvd. Poderia pensar-se que seria relativo aos melhores momentos do futebol nacional ou internacional, mas não!!! Amanhã sai juntamente com o Record o filme vencedor do Fantasporto 2004, Northfork de Michael Polish. Na altura vi o trailler desse filme e fiquei com vontade de vê-lo na íntegra, mas verdade seja dita que não fiz muito esforço por isso. Resumindo...amanhã não me escapa.
"Dentro de dois dias, a cidade de Northfork deixará de existir. Estamos em 1955 e Northfork está prestes a ficar submersa, para dar lugar a uma central hidroeléctrica. Grande parte da população aceitou ser deslocada para um local seguro acima do nível das águas, à excepção de alguns resistentes que defendem estoicamente as suas casas. Uma equipa de seis homens é então destacada para remover os últimos habitantes, antes que seja tarde demais. Uns esperam um sinal... outros, um milagre... mas, de uma forma ou de outra, todos terão de dizer adeus.
Misturando surrealismo e história, «Northfork» é uma história sobre a perda e a esperança, sobre os locais, a vida, a fé, a morte, o para lá da morte e o poder dos sonhos. Trata-se de um filme dos irmãos Polish (Mark e Michael), e o último sobre a América profunda".
E agora, segue-se o Trama no Passos Manuel...eventualmente pretextos também para não pensar no trabalho em atraso que deveria estar a pôr em dia neste momento:)
E agora, segue-se o Trama no Passos Manuel...eventualmente pretextos também para não pensar no trabalho em atraso que deveria estar a pôr em dia neste momento:)
Theatro Circo
Ainda há umas horas falei aqui do Theatro Circo, e nem de propósito!:
"Já há um retrato do público do Theatro Circo: são as mulheres, os jovens e os bracarenses quem mais frequenta a sala de espectáculos. Os dados fazem parte de um estudo realizado, no ano passado, pela Universidade do Minho (UM). A dois dias de cumprir os primeiros dois anos desde a reabertura, o teatro já recebeu cerca de 150 mil pessoas nos seus dois palcos.
O estudo da UM, encomendado pelo Theatro Circo (TC), e que será apresentado em breve ao conselho de administração, revela que o seu público é maioritariamente feminino: 57 por cento dos espectadores. Há também um predomínio dos espectadores jovens - 42 por cento dos que o visitaram têm entre 21 e 30 anos e apenas 10 por cento tem mais de 40.
A esmagadora maioria dos que assistem aos espectáculos na sala bracarense são "vizinhos". O estudo da UM mostra que 67 por cento dos espectadores vivem em Braga. O Porto aparece em segundo lugar (7,2 por cento), seguindo-se Guimarães (2,9).
Paulo Brandão, o programador do TC, não está surpreendido com os números. "A maior presença de mulheres é notória. Penso que têm outro tipo de apetências", explica. Brandão sabe também por que é que o público do TC é maioritariamente jovem: "Braga é uma das cidades mais jovens do país e, apesar de haver uma ideia feita de que a universidade está distanciada da cidade, penso que não é verdade." Os números dão-lhe razão: 22 por cento dos espectadores são estudantes, revela o estudo.
No primeiro ano de funcionamento, o Theatro recebeu, além dos 750 mil euros anuais destinados pela Câmara de Braga, um apoio do Programa Operacional de Cultura. Esse facto, permitiu "trabalhar de uma forma muito diferente", recorda Paulo Brandão. Mas, com o fim do apoio do Estado, dois anos depois da reabertura, debate-se com problemas orçamentais, que levaram a um emagrecimento da estrutura. "A administração achou que havia lugar para alguma contenção de custos e tiveram que sair algumas pessoas. Gostaria que fosse de forma diferente", lamenta Paulo Brandão.
A programação também se ressentiu. Os grandes nomes internacionais, que marcaram os primeiros tempos do "novo" Circo, praticamente desapareceram da programação nos últimos meses e o festival do burlesco Burla, um evento único na Europa, que foi uma forte aposta em 2007, regressa no próximo mês, mas em versão reduzida: são apenas dois espectáculos, metade dos que foram programados no ano passado.
"Gostaria de ter um orçamento melhor que nos permitisse outra liberdade a nível de programação e de gestão de pessoal", salienta o director artístico. Mas Paulo Brandão diz que trabalha com aquilo que lhe é permitido e, nesse sentido, está "satisfeito com a programação" do Circo."
in Público
"Já há um retrato do público do Theatro Circo: são as mulheres, os jovens e os bracarenses quem mais frequenta a sala de espectáculos. Os dados fazem parte de um estudo realizado, no ano passado, pela Universidade do Minho (UM). A dois dias de cumprir os primeiros dois anos desde a reabertura, o teatro já recebeu cerca de 150 mil pessoas nos seus dois palcos.
O estudo da UM, encomendado pelo Theatro Circo (TC), e que será apresentado em breve ao conselho de administração, revela que o seu público é maioritariamente feminino: 57 por cento dos espectadores. Há também um predomínio dos espectadores jovens - 42 por cento dos que o visitaram têm entre 21 e 30 anos e apenas 10 por cento tem mais de 40.
A esmagadora maioria dos que assistem aos espectáculos na sala bracarense são "vizinhos". O estudo da UM mostra que 67 por cento dos espectadores vivem em Braga. O Porto aparece em segundo lugar (7,2 por cento), seguindo-se Guimarães (2,9).
Paulo Brandão, o programador do TC, não está surpreendido com os números. "A maior presença de mulheres é notória. Penso que têm outro tipo de apetências", explica. Brandão sabe também por que é que o público do TC é maioritariamente jovem: "Braga é uma das cidades mais jovens do país e, apesar de haver uma ideia feita de que a universidade está distanciada da cidade, penso que não é verdade." Os números dão-lhe razão: 22 por cento dos espectadores são estudantes, revela o estudo.
No primeiro ano de funcionamento, o Theatro recebeu, além dos 750 mil euros anuais destinados pela Câmara de Braga, um apoio do Programa Operacional de Cultura. Esse facto, permitiu "trabalhar de uma forma muito diferente", recorda Paulo Brandão. Mas, com o fim do apoio do Estado, dois anos depois da reabertura, debate-se com problemas orçamentais, que levaram a um emagrecimento da estrutura. "A administração achou que havia lugar para alguma contenção de custos e tiveram que sair algumas pessoas. Gostaria que fosse de forma diferente", lamenta Paulo Brandão.
A programação também se ressentiu. Os grandes nomes internacionais, que marcaram os primeiros tempos do "novo" Circo, praticamente desapareceram da programação nos últimos meses e o festival do burlesco Burla, um evento único na Europa, que foi uma forte aposta em 2007, regressa no próximo mês, mas em versão reduzida: são apenas dois espectáculos, metade dos que foram programados no ano passado.
"Gostaria de ter um orçamento melhor que nos permitisse outra liberdade a nível de programação e de gestão de pessoal", salienta o director artístico. Mas Paulo Brandão diz que trabalha com aquilo que lhe é permitido e, nesse sentido, está "satisfeito com a programação" do Circo."
in Público
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