domingo, 30 de agosto de 2009

Noites Ritual - versão caseira IV



(com o caro amigo Vítor agora numa sonoridade bem mais pop!)

sábado, 29 de agosto de 2009

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

domingo, 23 de agosto de 2009

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

sábado, 15 de agosto de 2009

Isabel Alves Costa


Hoje, o Porto perdeu uma grande figura da cultura da cidade, Isabel Alves Costa. A cidade deve-lhe muito, em particular pela brilhante acção desenvolvida no Teatro Municipal Rivoli, onde fomentou uma programação abrangente, diversificada, conquistando novos públicos, divulgando novas formas de arte,durante largos anos, isto antes do saque levado a cabo por Rui Rio e La Féria.
Nas minhas frequentes idas ao Rivoli era comum vê-la por lá, uma directora artística verdadeiramente presente. A ela devo o facto de apreciar Novo Circo, ao ter o "rasgo" de apostar nessa forma de expressão ao integrando-a na programação regular do Rivoli. Mas fica também na memória a única vez em que a vi em palco, que coincidiu com a sua última aparição em cena, dado que já há muito tinha enveredado pela vertente de programadora e dinamizadora cultural em vez de actriz. De qualquer forma, foi muito curioso assistir à encenação de Tio Vânia, onde participou e ter a oportunidade única de a ver do outro lado, no palco, por onde já não passava há largos anos.


Morreu Cavaleira das Artes (JN)

JP Simões - Tango do Antigamente

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

sábado, 8 de agosto de 2009

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Jorge Palma - O Centro Comercial Fechou


O centro comercial fechou

E a Maria vai viver a vida mais longe
Longe das ilusões
Em cima das situações
Perigosas

O Toino não morreu no mar
Acabou de adquirir um castelo na Escócia
Enfim, não é bem na Escócia
É uma cave sombria
Em Gaia

O passado já lá está
Raio de uma sorte cinzenta
E o presente é uma réstia de esperança enquanto houver saúde
Há que cuidar do aspecto
Fazê-lo parecer natural
Por mais que seja cruel não há ninguém que ajude

Ninguém nos ensinou a usar
Nada do que recolhemos pelo caminho
Perto das ilusões
Entre o amor e as razões
Perversas

O passado já lá está
Raio de uma sorte cinzenta
E o presente é uma réstia de esperança enquanto houver saúde
Há que cuidar do aspecto
Fazê-lo parecer natural
Por mais que seja cruel não há ninguém que ajude

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Moby no Parque da Cidade

O concerto de Moby no Parque da Cidade do Porto, terá lugar no dia 12 de Setembro.
Bilhetes a 15 euros (venda antecipada) e 20 euros (no próprio dia).

Como já vem sendo hábito, muito provavelmente mais um concerto a perder...


terça-feira, 4 de agosto de 2009

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Bisturi - nova companhia de teatro no Porto

"O Porto viu nascer mais um grupo de teatro. Saído das fileiras da Academia Contemporânea do Espectáculo, o Bisturi integra dez elementos cheios de vontade de fazer coisas. A estreia teve a chancela da Palmilha Dentada.

"Espera aí que eu quero falar contigo" foi o espectáculo com que sete elementos do Bisturi fizeram a sua prova de aptidão profissional. Apresentaram-no no Teatro do Bolhão, durante uma curta carreira, e acreditam ter um núcleo sólido. "A opção foi esta: em vez de sermos free-lancers e de andarmos de casting em casting, decidimos juntar-nos e formar um grupo em que todos tivessem oportunidade de trabalhar", diz Cátia Guedes, de 21 anos.

Ao lado de Cátia, estão Inah Santos, Pedro Roquette, Tiago Araújo, Catarina Campos Costa, Joana Neto Brás e André Loubet. A eles se juntam ainda Ana de Jesus, Carlos Gonçalves e Rita Lagarto, os três que fizeram a prova de aptidão com outra peça, pela mesma altura, mas no Palácio Conde do Bolhão. São estes os mosqueteiros do Bisturi. As idades vão dos 17 aos 24. Os sonhos, até onde calhar. Sobre o nome do grupo, cabe a Tiago dar a explicação: "Não sei se significa bem um corte. É mais uma abertura para uma renovação. Não queremos criar uma ruptura, mas criar uma renovação. Somos pessoas muito jovens e o que pretendemos é dar uma onda de jovialidade e frescura ao teatro da cidade". Diz ainda que "é raro haver jovens a dar a cara", para logo acrescentar: "Nós demos esse passo".

Este núcleo de jovens actores funciona como uma base, a partir da qual se traçam dois objectivos. "Continuar com coisas individuais e também reunir o grupo para partilhar coisas que levem a bons espectáculos ou, pelo menos, a espectáculos que sejam nossos", acrescenta Tiago. "Estamos a ver isto também como uma forma de lutar por aquilo com que nos identificamos", atalha Inah.

Em suma, cada um pretende fazer uma especificação e depois levá-la para o colectivo. Ideias não faltam: clown, marionetas, dança contemporânea, trabalho de voz, música e teatro físico são algumas das áreas que querem explorar individualmente. "Quanto mais rico for o leque, mais interessante pode ser o cruzamento", afirma Catarina, que não esconde o desejo de continuar a sua formação em Paris. Tal como André, para quem o Bisturi nasceu como forma de "conciliar vontades com aquilo que a cidade precisa".

Da parte da escola que os formou, os elementos do grupo contam com mais do que uma palavra de encorajamento. "É importante que percebam que podemos apoiá-los, cedendo-lhes, por exemplo, espaços para ensaios, para representar e equipamentos a custos e condições muito especiais", garante Pedro Aparício, que assume, com António Capelo, a direcção da Academia Contemporânea do Espectáculo. Nos últimos anos, dali saíram quatro companhias que se mantêm no activo: As Boas Raparigas, Teatro Bruto, Teatro Plástico e, mais recentemente, Teatro da Didascália. Agora, aparece o Bisturi. Sobre o nascimento do novo grupo, Pedro Aparício afirma: "É muito corajoso pretenderem lançar um projecto num contexto profundamente precário". E o que pode a academia fazer? "Ajudá-los a ter pernas para andar", conclui."


Artigo de Isabel Peixoto in JN

segunda-feira, 27 de julho de 2009

sábado, 25 de julho de 2009

Gotta Travel On



aindaaa a noite de 15/16 de Julho!

terça-feira, 21 de julho de 2009

Labirintho

"Espaço de referência da noite do Porto abre sexta-feira com cara nova e actividades diurnas.
Para além do bar, há agora uma livraria e mais espaços para actividades culturais.

O nome resultou de leituras de Jorge Luis Borges, há já 21 anos. Desde então, o Labirintho tornou-se uma referência da noite do Porto de pendor mais cultural (acolheu sempre exposições e concertos, por exemplo). A partir da próxima sexta-feira, o espaço surgirá remodelado e com novas características. O Labirintho quer agora figurar também nos roteiros de quem usufrui da cidade durante o dia.
O Labirintho já era um bar e é agora também uma livraria dedicada à poesia, teatro, cinema e música. As portas do número 334 da Rua de Nossa Senhora de Fátima, junto à Rotunda da Boavista, passam a abrir às 16h e já não às 22h (a hora de fecho é a mesma: 4h). A partir de Setembro, a componente diurna do Labirintho será reforçada: passará a funcionar a partir das 12h.
"Agora sim é que é o Labirintho concluído", diz José Carlos Tinoco, o proprietário, com 57 anos, arquitecto e uma figura conhecida da noite, rádio e cultura feitas no Porto. Ontem, durante a conversa com o PÚBLICO, as obras ainda decorriam: na livraria, ainda estavam por preencher as sete prateleiras e ultimavam-se pormenores na nova marquise exterior, cercada pelo jardim ("um pouco selvagem - é assim que o quero") que já era uma das marcas registadas do espaço.
Era este o "sonho" que José Carlos Tinoco imaginava há pelo menos 15 anos. O projecto, nascido numa casa de família, "não muda", apenas aprofunda-se e enriquece-se: "é uma extensão das nossas salas de estar. Podemos produzir, dar corpo a algumas ideias, criar polémica". "Sou um noctívago, mas para ler, escrever, estar com as pessoas", esclarece.
A livraria surge como "grande alavanca" do Labirintho, "não pelo volume de negócios, mas pela oferta diversificada e pelo contacto directo com autores, críticos e público" que permitirirá. "Vamos ter muitos livros que não existem no mercado", garante o proprietário, ele próprio um diseur de poesia, que espera ver no Labirintho "um grande espaço de tertúlia".
Pecadillos e monólogos
A contribuir para a filosofia de "sala de estar" haverá petiscos. José Carlos Tinoco baptizou-os de pecadillos, neologismo que funde os espanhóis bocadillos com "pequenos pecados da gula". No entanto, ressalva, o Labirintho "não é um restaurante". A marquise exterior será um espaço privilegiado para provar os "pecadillos, enquanto se assiste a leituras de poesia, lançamentos de livros, conferências, debates ou espectáculos de música.
Outra novidade é o palco "minúsculo" na zona de bar, onde haverá espectáculos de música com formações reduzidas e monólogos. No próximo ano, o Labirintho quer acolher um festival focado nos monólogos, forma de teatro que José Carlos Tinoco considera ter pouco espaço. O Dia Mundial da Poesia de 2010 será celebrado com 24 horas ininterruptas de poesia e música. Para além do novo palco, o bar foi apenas pintado. A galeria de exposições, à entrada do Labirintho, mantém-se e abrirá também portas para ciclos de cinema de autor.
Na próxima sexta-feira, a partir das 16h, inaugura-se a exposição Paisagens do silêncio e uma instalação de Renato Roque. À noite há música a cargo dos 7 Magníficos. Sábado, às 17h, haverá o primeiro lançamento, o do livro Amor, Cittá Aperta, de Danyel Guerra, leituras de poesia e a antestreia do "croniconto" O Trabantáxi de Berlim"

Artigo de Pedro Rios, in Público

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Wild Rover



mais um momento da noite...!

domingo, 19 de julho de 2009

Rolling Stones - Wild Horses



mais uma recordação da longa noite:)