domingo, 4 de abril de 2010

sexta-feira, 2 de abril de 2010

quinta-feira, 11 de março de 2010

Variação de Cultura

"Cerca de 750 espectadores assistiram durante Fevereiro às 15 representações que o grupo Variação da Cultura promoveu na Sala - Estúdio Latino do Teatro Sá da Bandeira, no Porto. Ricardo Alves, da companhia Palmilha Dentada, admitiu à Lusa, no entanto, que o balanço de primeiro mês de actividade da Variação da Cultura, da qual foi também fundador, ficou aquém do desejado. "Esperávamos mais público, o número de espectadores foi baixo", disse.

Cerca de 15 companhias e criadores da área de teatro, dança e cinema, do Porto, juntaram-se para resolver o problema da falta de "política cultural municipal", criando o movimento Variação da Cultura. Este colectivo fez uma parceria para ocupar a sala-estúdio, onde está presente desde 11 de Fevereiro.

A ideia é apresentar uma programação "continuada e diversificada". Contudo, no primeiro mês de actividade apenas esteve em cena A Norma, do grupo de teatro Palmilha Dentada. Ricardo Alves afirmou que só desde o início de Março é que a programação passou a ser diversificada, arrancando, assim, o conceito da Variação da Cultura.

A sala acolhe desde ontem e até domingo Bórgia, um espectáculo da Esquiva Companhia de Dança. As terças-feiras estão reservadas ao cinema. A partir de 17 estará em cena, de quarta a domingo, O Escadote, da Tenda de Saias, companhia de teatro residente na Fábrica da Rua da Alegria. Está também já pro- gramada a apresentação de Não, de Hélder Guimarães, a partir de 24. A programação inclui, também, as reposições de Noites Brancas, da companhia Chão Concreto e de Confissões de um Carrasco Na Hora de ir para a Cama, do Mau Artista."

in Público

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Skye Edwards volta a Morcheeba

Uma excelente notícia! Aquilo nunca mais foi a mesma coisa depois da sua saída!!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Criadores querem fazer do Sá da Bandeira a sede da resistência cultural do Porto


"Espectáculos bidiários de teatro, dança e cinema vão combater "problema da falta de política cultural" da cidade. Projecto não tem apoios do Ministério da Cultura. Nem da autarquia


Vão ser dois espectáculos por dia para combater as "carências culturais da cidade" e responder à "falta de espaços para acolher projectos em início de carreira". O projecto Variação da Cultura - que junta cerca de 15 companhias e criadores das áreas do teatro, dança e cinema - alugou a sala-estúdio Latino, no Teatro Sá da Bandeira, e vai apresentar uma programação "continuada e diversificada", já a partir de quinta-feira, explicou Ricardo Alves, da companhia de teatro Palmilha Dentada, um dos mentores da ideia.

"Acreditamos que, mesmo em cenário de crise, é possível dar saltos em frente e criar sinergias capazes de melhorar o cenário cultural que temos", desenvolveu Ricardo Alves.

Para já, o aluguer do espaço é feito por seis meses, mas a expectativa é que seja possível continuar em Setembro.

Ainda o Rivoli

A falta de um local com capacidade para acolher jovens em início de carreira é "inadmissível" numa cidade com quatro escolas de teatro, criticou Ricardo Alves. "Queremos ter uma sala capaz de receber grupos de fora da cidade, que ocupe o espaço que o encerramento do Rivoli deixou".

Este projecto foi estruturado para sobreviver sem apoios: vive do trabalho e da boa vontade de um conjunto de criadores que querem transformar o Sá da Bandeira no bastião da resistência ao deserto cultural em que vêem o Porto transformado nos últimos anos.

A câmara e o Ministério da Cultura ficaram fora do projecto, facto que não parece criar surpresa entre os mentores da iniciativa. "O pelouro da Cultura [da Câmara do Porto] demitiu-se das funções que deve ter há algum tempo", acusou Ricardo Alves, que admitiu nem sequer ter tentado o contacto com a autarquia por esta já ter deixado claro que não apoia financeiramente projectos culturais. As companhias concorreram a um apoio junto do Ministério da Cultura, mas a resposta só deve chegar dentro de alguns meses.

A Casa da Música, o Museu de Serralves e o Teatro Nacional de São João transformaram-se nos "pilares em torno dos quais gira toda a programação cultural do Porto". E isso, apontam os criadores, acaba por "abafar as carências culturais da cidade".

O Variação da Cultura quer contribuir também para a formação cultural dos cidadãos, com um programa que aposta no teatro, em espectáculos infantis - "uma grande carência da cidade", refere Ricardo Alves - e em ciclos de cinema e performances.

A organização acredita que os 87 profissionais do espectáculo e as 15 companhias envolvidos no projecto vão levar ao Sá da Bandeira cerca de 15 mil espectadores nos próximos seis meses, o que corresponde a uma taxa de ocupação da sala de 50 por cento."


Artigo de Mariana Pinto, in Público

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Doris Cales




E faz lembrar uma excelente noite passada em Cangas no Verão de 2008.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

sábado, 23 de janeiro de 2010

Três Cantos ao vivo



Hoje na RTP1, pelas 22h50. Imperdível!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Dez anos de Teatro Helena Sá e Costa



Teatro Helena Sá e Costa faz dez anos e acolhe cada vez mais projectos alternativos


A programação da sala para o ano de 2010 já está definida. O Helena Sá e Costa tem vindo a ocupar espaço deixado vago pela maior indisponibilidade do Teatro Municipal Rivoli.

Já são quase dez anos, e não há razões para parar. O Teatro Helena Sá e Costa (THSC), no Porto, comemora em Abril o seu 10.º aniversário, apostando numa linha de "continuidade" em relação àquilo que tem sido. Traduzindo: um espaço de função dupla, acolhendo projectos artísticos do estabelecimento de ensino a que pertence, a Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE) do Instituto Politécnico do Porto, e (cada vez mais) propostas de companhias teatrais do país.

Luísa Moreira, directora de produção do THSC, sublinha que, nos últimos anos, o palco tem sido cada vez mais ocupado por companhias confrontadas com a falta de alternativas no Porto. "À medida que a cidade vai perdendo palcos onde seja possível apresentar espectáculos, nomeadamente o Rivoli, surgimos como algo mais visível, mais ecléctico. A quantidade de dossiers e de projectos de teatro que temos recebido é bastante grande. Por cada espectáculo que acolhemos, há dois ou três para as mesmas datas que não podemos receber", diz.

A responsável, desde Março de 2009, pela produção artística do THSC, não tem dúvidas sobre a "desproporção entre a quantidade de produção artística profissional e a pouca quantidade de espaços" disponíveis no Porto, e parece encarar esta realidade como uma oportunidade a não perder. Exemplo? A programação para 2010 inclui, em Março, a Semana de Teatro Físico e Novo Circo (de 18 a 27), uma experiência totalmente nova no Helena Sá e Costa. "Durante mui-tos anos, o Rivoli foi mostrando o novo circo com alguma regularidade, e quando isso deixou de ser possível, não existiu, no Porto (até agora), um palco que mostrasse o que se vai fazendo nessa área. Estamos a tentar avançar com este projecto para dar espaço a estes projectos, a nível nacional", explica.

Propriedade do IPP, o Teatro Helena Sá e Costa acolhe as produções artísticas da ESMAE, nas áreas de música, teatro, dança e vídeo, enquanto acolhe, em simultâneo, companhias teatrais de todo o país. Esta diversida-de de programação permite-lhe ter um público heterogéneo - que passa pelo próprio corpo docente e estudantil da ESMAE, mas também pelo resto da população, que, defende Luísa Moreira, "tem normalmente escolhas bem definidas em termos daquilo que quer ver".

Este ano, as celebrações do 10.º ani-versário prolongam-se até Dezembro, mas é em Abril que estarão mais em destaque. O aniversário deverá ser assinalado com a estreia mundial do concerto Tuba"n Saxe"s Company marcada para o dia 19. Três dias depois, a 22, será tempo de nova cele-bração, com o espectáculo Canto deIntervenção, promovido pela Associação José Afonso e inserido nas comemorações dos 80 anos de nascimento do "cantautor".

O THSC foi construído de raiz, entre 1996 e 1999, no local onde estava um pátio da antiga Escola Normal, seguindo um projecto do arquitecto Filipe Oliveira Dias. Apesar da sua vocação como teatro-escola, mantém as portas abertas à participação de artistas externos e foi um dos palcos a receber parte da programação oficial da Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura."


Artigo de Patrícia Carvalho, in Público

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Cinema Nun'Álvares



Na nova colecção de filmes da Ipsilon só tive oportunidade de ver no cinema um: 24 Hours Party People. Esteve em exibição em várias salas há uns anitos atrás e como era recorrente na altura, fui vê-lo ao cinema Nun' Álvares, que felizmente reabriu recentemente, tornando-se a par do Teatro do Campo Alegre, num espaço raro com programação de qualidade regular na cidade fora de um qualquer centro comercial.
A programação pode ser consultado no próprio blog do cinema.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Série Ipsilon II


Uma série de 20 filmes premiados no 20º aniversário do jornal Público, bom cinema todas as sextas. O primeiro já cá canta...Juno!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

sábado, 9 de janeiro de 2010

Casa da Música considerada pelo Times um dos cinco edifícios da década



"A Casa da Música é um dos cinco edifícios mais representativos da década que terminou. A classificação é de um jornal inglês, o Times, e vale o que vale. Mas a verdade é que ninguém pode pôr em causa o efeito que a obra de Rem Koolhas teve na arquitectura da cidade. Para trás ficaram as críticas à morosidade da construção e, sobretudo, às derrapagens do seu orçamento. A Casa da Música impôs-se como ícone da arquitectura da cidade, contaminou tudo o que está em seu redor, e transformou-se num dos pontos obrigatórios de qualquer roteiro do Porto. A programação ominipresente da Casa da Música veio, também ela, colmatar o défice de oferta cultural de uma cidade na qual algumas das suas principais salas entraram num marasmo irresolúvel. Cinco anos depois, o meteorito de Koolhas faz parte da nossa paisagem e dos nossos hábitos, combinando de forma despreconceituosa o clássico e o contemporâneo. O Porto só tem razões para se orgulhar de possuir uma obra numa lista restrita, ao lado de obras de Chipperfield, Moneo, Grimshaw ou Foster e de cidades como Berlim, Los Angeles, a floresta tropical de Cornwall ou Londres. Se hoje podíamos viver sem a Casa da Música? Claro que não!"


in Público

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Lhasa de Sela



O registo de uma entrevista deliciosa realizada a Lhasa pelo Expresso, salvo erro aquando da sua segunda visita a Portugal a (re)ler
aqui.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Lhasa de Sela 1973-2010

Este blog teve o seu início no dia 1 de Outubro de 2008, Dia Mundial da Música, com a presença (não por acaso) de Lhasa de Sela, ainda e sempre com a memória de dois concertos absolutamente belíssimos, em particular o primeiro, nos jardins do Palácio de Cristal.
Foi numa noite de verão, onde Lhasa conseguiu o silêncio absoluto de uma plateia ao ar livre, em pé, contagiando a todos com as suas palavras e histórias ditas/cantadas.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Caramel e A Valsa com Bashir

Hoje na RTP2 uma sessão dupla que promete! Caramel vi no cinema como referi aqui na altura e recomendo...A Valsa com Bashir, desperta-me interesse. Há que aproveitar as poucas oportunidades para ver bom cinema na tv.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009


Buscando sem saber bem o quê
Perdido como quem não vê
Calado como quem não tem resposta para quem o chama
Desesperado, como quem por ter medo da desilusão não ama
Yogi Pijama
Se deixas apagar a chama, estás virado para o desastre
Como uma vela sem mastro
Ou um barco sem leme
Condenado a andar à toa conforme o vento lhe dá
Ao sabor da corrente
Yogi Pijama
Olha que andar ao deus dará nunca foi coisa boa
Yogi Pijama
Quebrando os seus ossos na rua
Fugindo da verdade nua
Como se abrir as portas ao Mundo fosse uma coisa obscena
Desencontrado como quem por ter medo da foz o rio condena
Yogi Pijama
Se deixas apagar a chama, estás virado para o desastre
Como uma vela sem mastro
Ou um barco sem leme
Condenado a andar à toa conforme o vento lhe dá
Ao sabor da corrente
Yogi Pijama
Olha que andar ao deus dará nunca foi coisa boa
Yogi Pijama
E já que nós nunca estamos sós
Vamos lá desatar os nós
E vamos lá chegar inteiros, onde quer que a vida nos leve
E enquanto é tempo
Deixa ver esse sorriso, que isso torna a pena mais leve
Yogi Pijama
Se deixas apagar a chama, estás virado para o desastre
Como uma vela sem mastro
Ou um barco sem leme
Condenado a andar à toa conforme o vento lhe dá
Ao sabor da corrente
Yogi Pijama
Olha que andar ao deus dará nunca foi coisa boa
Yogi Pijama

in Qualquer Coisa Pá Música (1979)

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Foge Foge Bandido - Borboleta



Ora, para a querida Fio, "induzida" em erro por este estaminé...beijinho invejoso:))